Mas, porém, contudo e entretanto, esses crentes safados, lobos em pele de cordeiro são um dos sinais mais evidentes do fim das eras, o outro é a união do povo de Israel, tudo malocado num lugar só como não acontecia desde os tempos de Cristo.
E esse aquecimento global, você pensa que não, mas é o fim do mundo, eu que tenho tantos anos que já perdi a conta não lembro de um calor do pé do cão desse. É, o mundo tá é uma fornalha do suor descer pelo lascão da bunda e assar as beiradas do furico. Já é abril, quase maio e ainda não choveu na Paraíba do Norte, é o fim das eras e essa ruma de terremoto, foi naquela ilha de gente preta, no Chile, daquele menino bom, o Pinote, na China, na Indochina, na Conchinchina, na Putaquepariu, até ali na terra dos papas jerimum a terra tremeu.
Eu tô dizendo, não demora muito e o mundo de hoje é tudo antes e aquele vulcão naquela ilha de gente feia, em pouco tempo nem urubu vai poder voar e se essa nuvem de poeira encobre o sol, e as plantas morre e os animais não têm o que comer, ai meu amigo a gente se lasca direitinho, por isso é que eu digo, eu e o Rei Roberto Carlos, grande artista ele, depois de véio ficou meio doido, mas doido todo artista têm que ser senão não presta. Eu mesmo que sou explicador do mundo levo a pecha de doido desde catorze anos de idade quando resolvi ler o livro santo. Naqueles ontens todo mundo dizia que quem estudava muito acabava enlouquecendo, o que tem a sua verdade, mas ganhei fama de doido mesmo quando um padre, que é bom avisar era um homem santo e casto e obviamente nunca me enrabou, me emprestou a Suma Teológica de São Tomás de Aquino. Nessa época, eu queria ser padre, pode uma coisa dessas? Bem, quando cheguei em casa com o livro foi um deus nos acuda, pois corria a lenda que depois de ler o livro de São Tomás um pernambucano de Pau d’alho tinha morrido de congestão cerebral e um carioca também, foi ler e estrebuchar ali na baía de Guanabara. Era linda demais aquela baía, hoje é uma fossa a céu aberto, é bosta meu menino, é bosta pra uma eternidade, olha, a humanidade acaba, nasce outra e morre e ainda vai ter merda naquela baía, aliás, chovendo como tá na cidade maravilhosa e sem o mar aceitar mais água capaz das pessoas morrerem atoletadas, seria um triste fim para a cidade de Machado de Assis, do Lima Barreto, do Manuca Bandeira que escreveu um poema bom sobre recife e trinta sobre o Rio, do Nelson Rodrigues, escritor do carai esse cabra, no Brasil só perde mesmo pro Machado de Assis, pro Guimarães Rosa e pra mais ninguém, mas eu ainda acho que o mundo vai acabar é no fogo da quentura e não nas águas de um novo dilúvio e olha que eu já vivi tanto que converso até com tartaruga.
sábado, 1 de maio de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Doze indícios de que o mundo vai acabar
1 – O presidente dos EUA é negro, o presidente do Brasil é um retirante e o presidente da Bolívia é um índio;
2 – Um português foi eleito o melhor jogador do mundo;
3 – Um furacão assolou o sul do Brasil;
4 – Os russos pediram desculpas aos poloneses;
5 – Os judeus, de caça dos cristãos, viraram caçadores de palestinos;
6 – Já existe um capital narrativo, um capital erótico e até mesmo o oxigênio virou commodity;
7 – Os homens não ficam mais impotentes;
8 – As células-tronco fazem milagres;
9 – Os porcos transmitem gripe;
10 – Os padres só querem saber das criancinhas e não dos pecadores;
11 – As bruxas são boas;
12 – E alguns homens preferem mulheres com algo a mais.
É o fim das eras...
2 – Um português foi eleito o melhor jogador do mundo;
3 – Um furacão assolou o sul do Brasil;
4 – Os russos pediram desculpas aos poloneses;
5 – Os judeus, de caça dos cristãos, viraram caçadores de palestinos;
6 – Já existe um capital narrativo, um capital erótico e até mesmo o oxigênio virou commodity;
7 – Os homens não ficam mais impotentes;
8 – As células-tronco fazem milagres;
9 – Os porcos transmitem gripe;
10 – Os padres só querem saber das criancinhas e não dos pecadores;
11 – As bruxas são boas;
12 – E alguns homens preferem mulheres com algo a mais.
É o fim das eras...
domingo, 18 de abril de 2010
Pastel de vento
O óbvio ululante
Rick Martin é gay.
Piadinha cruel
O Brasil não é a prova d’água.
Tragédia
A Rússia faz mal a Polônia até quando não quer.
Recado
Agora quem dá bola é o Santos...
Esqueceram de mim
Por onde anda o Arruda, também conhecido como “o filho da puta gentil”.
Ninguém pode negar
O Lula foi o melhor presidente de nove dedos da história desse país.
Responsabilidades
Pegaram o César Maia pra Cristo, mas ele não anda sobre as águas.
Aviso
O mundo não é para iniciantes.
Certeza
Quem viu a última partida entre Vasco e Flamengo não pode ter dúvidas de que a justiça é cega, especialmente a desportiva, ou melhor, ela só enxerga quando quer.
Isso é notícia?
Prenderam um traficante no Rio de Janeiro. Ah, ele é italiano.
Pergunta?
Por que o Brasil não esquece o Irã e a bomba do Armandinho?
Rick Martin é gay.
Piadinha cruel
O Brasil não é a prova d’água.
Tragédia
A Rússia faz mal a Polônia até quando não quer.
Recado
Agora quem dá bola é o Santos...
Esqueceram de mim
Por onde anda o Arruda, também conhecido como “o filho da puta gentil”.
Ninguém pode negar
O Lula foi o melhor presidente de nove dedos da história desse país.
Responsabilidades
Pegaram o César Maia pra Cristo, mas ele não anda sobre as águas.
Aviso
O mundo não é para iniciantes.
Certeza
Quem viu a última partida entre Vasco e Flamengo não pode ter dúvidas de que a justiça é cega, especialmente a desportiva, ou melhor, ela só enxerga quando quer.
Isso é notícia?
Prenderam um traficante no Rio de Janeiro. Ah, ele é italiano.
Pergunta?
Por que o Brasil não esquece o Irã e a bomba do Armandinho?
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Vitamina de abacate
Sim, agora foi a vez da Rússia sofrer com o terrorismo, mas quem procura, acha, embora se eu fosse checheno estaria cagando fino depois das ameaças dos homens do Kremlin, isso por que, como todos sabem, os russo costumam ser um tanto quanto truculentos quando se trata de defender o país, porém, embora isso não seja uma defesa dos assassinos, o terrorismo é definitivamente a nova forma de fazer a guerra, a guerra possível, aqui mesmo nessa boa terra de Santa Cruz circulou o boato de que o Lula renunciaria para ajudar na eleição da Dilma/Temer deixando de presente para o Sarney o Palácio do Planalto, isso é ou não é terrorismo? Afinal todo o país tem o homem bomba que merece.
Porém, enquanto os terroristas tiram o sossego dos poderosos e dos inocentes, os gays prosseguem na sua campanha para dominar o mundo. O último lance da ousada estratégia por eles empreendida para atingir tal objetivo ocorreu na semana que passou quando um dos mais perigosos criptogays, o cantor porto-riquenho Rick Martin, revelou sua homossexualidade ao mundo e já pensa em concorrer ao cargo de secretário-geral da ONU.
O Lula que se cuide.
Ouçam o que eu digo, fazendo eco as famosas profecias do Falcão da Lapela, se os cornos do mundo não se unirem chegará o dia em que a homossexualidade será obrigatória. É bom agir rápido, e eu não preciso lembrar que quem tem cu tem medo, pelo menos eu tenho.
Medo também tem o candidato do PSDB a presidência, José Serra, mais conhecido como “Mosquito da Dengue” ou o “Vampiro do Tietê”, diante da crescente popularidade da ex-ministra Dilma Roussef, porém os marqueteiros de Serra já têm a solução do problema e trarão os vampiros politicamente corretos da série Crepúsculo para serem garotos propaganda do “eterno candidato” ao palácio do planalto.
Sei não, a ministra que não teve medo de torturador não deve ter medo de vampiro, mesmo por que para as más línguas o Lula é um duende de quatro dedos e ela se deu muito bem com ele.
No Brasil é assim, enquanto qualquer chuvinha constitui risco de morte os políticos armam o circo para o espetáculo que começa em agosto e só termina em novembro.
Uma pitada do que vem por aí pode ser degustada pelos telespectadores que na quinta-feira assistiam estarrecidos o noticiário da noite e foram interrompidos pelo show de humor involuntário do programa político do Partido Social Cristão. Porém, quem prestou atenção nos famigerados dez minutos e não foi, por exemplo, “dar uma cagada”, pode entender um pouco por que os políticos do Rio de Janeiro tentaram urbanizar um lixão e não retirar os moradores do matadouro onde estavam.
E se alguém não descobriu a razão do partido em filiar meia dúzia de sub-celebridades, eu explico, alguns deles podem puxar votos suficientes para eleger alguns dos canalhas que governam o Brasil, que embora não precise deixar de não ser um país sério, precisa urgentemente tornar-se responsável, pois mesmo os cristãos mais obtusos sabem que a irresponsabilidade dos homens potencializa a ira de Deus.
Porém, enquanto os terroristas tiram o sossego dos poderosos e dos inocentes, os gays prosseguem na sua campanha para dominar o mundo. O último lance da ousada estratégia por eles empreendida para atingir tal objetivo ocorreu na semana que passou quando um dos mais perigosos criptogays, o cantor porto-riquenho Rick Martin, revelou sua homossexualidade ao mundo e já pensa em concorrer ao cargo de secretário-geral da ONU.
O Lula que se cuide.
Ouçam o que eu digo, fazendo eco as famosas profecias do Falcão da Lapela, se os cornos do mundo não se unirem chegará o dia em que a homossexualidade será obrigatória. É bom agir rápido, e eu não preciso lembrar que quem tem cu tem medo, pelo menos eu tenho.
Medo também tem o candidato do PSDB a presidência, José Serra, mais conhecido como “Mosquito da Dengue” ou o “Vampiro do Tietê”, diante da crescente popularidade da ex-ministra Dilma Roussef, porém os marqueteiros de Serra já têm a solução do problema e trarão os vampiros politicamente corretos da série Crepúsculo para serem garotos propaganda do “eterno candidato” ao palácio do planalto.
Sei não, a ministra que não teve medo de torturador não deve ter medo de vampiro, mesmo por que para as más línguas o Lula é um duende de quatro dedos e ela se deu muito bem com ele.
No Brasil é assim, enquanto qualquer chuvinha constitui risco de morte os políticos armam o circo para o espetáculo que começa em agosto e só termina em novembro.
Uma pitada do que vem por aí pode ser degustada pelos telespectadores que na quinta-feira assistiam estarrecidos o noticiário da noite e foram interrompidos pelo show de humor involuntário do programa político do Partido Social Cristão. Porém, quem prestou atenção nos famigerados dez minutos e não foi, por exemplo, “dar uma cagada”, pode entender um pouco por que os políticos do Rio de Janeiro tentaram urbanizar um lixão e não retirar os moradores do matadouro onde estavam.
E se alguém não descobriu a razão do partido em filiar meia dúzia de sub-celebridades, eu explico, alguns deles podem puxar votos suficientes para eleger alguns dos canalhas que governam o Brasil, que embora não precise deixar de não ser um país sério, precisa urgentemente tornar-se responsável, pois mesmo os cristãos mais obtusos sabem que a irresponsabilidade dos homens potencializa a ira de Deus.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Anúncios/classificados/patrocínios/apoios
Camisinhas Pau dentro – Aquela que nunca deixa você na mão.
sábado, 20 de março de 2010
Marx, Maquiavel e Zé Limeira III
Uma vez na vila da Moxa, quer dizer, em Parnaíba, terra do Mão Santa e de uma pá de corno, a maior parte vindo de Teresina, aconteceu uma coisa engraçada, por essa época eu era trapezista de circo e lá tinha um palhaço boiolo, como se diz hoje em dia, que nunca tinha visto um priquito e aí pediu a contorcionista pra ver e insistiu tanto que ela acabou deixando. Virou pra ele depois de ir mijar e disse que tava sem carcinha, ela tava de saia e falou eu vou abrir a perna e aí você olha e ele olhou mesmo e depois gritou: “Meu Deus é uma ferida aberta”! Com um cacetão duro ele não se assombrava tanto, mas a vida é isso mesmo, como se diz em filme americano o que seria do amarelo se todos gostassem do vermelho não é mermo, depois eu sempre gostei de viado, não pra comer, mas por causo de que quanto mais viado no mundo, mais mulher solteira desde que não vire sapatão e pra mim cinema, quer dizer filme, é filme americano e principalmente faroeste, eu até hoje gosto demais de faroeste, não sei por que dexaro de fazer, agora os filme é tudo de uns bicho estranho, uns homem mutante é uma pouca vergonha, eu prefiro os filme do Juliano Gema. Cinema italiano também era bom, pena que acabou e filme francês é muito ruim, tem gente que gosta, um meu menino estuda esse troço, mas uma vez eu inventei de ver com ele um desses filme, acredita que eu dormi quatro horas, acordei, cocei a bunda e o curta metrage ainda não tinha acabado e de filme brasileiro só o Mazaropi, os Trapalhões sem as paquitas, pornôchanchada e o Auto da Compadecida, o resto e merda é a mesma coisa.
Lembro que uma vez, no tempo em que o diabo era menino, eu tava nos Andes, um país enorme, em uma cidade que eu nunca consegui pronunciar o nome e aí se deu o furdunço. Eu tava assistindo um filme ao ar livre, na parede de uma igreja e já tava de olho em uma indiazinha linda, de trança e tudo, quando a terra teve um mal-estar e tremeu. Eu pensei que o mundo ia acabar, mas confesso que na hora eu me arrependi de ter deixado o Brasil, onde esses troços nunca acontecem, disse pra mim mesmo, assim para os meu botões: “É seu Biu Puta Preta, agora você se arrombou”, mas a coisa passou logo e mesmo assim demorou muito, foi aí que eu descri do tempo e percebi que uma coisa nunca é uma coisa somente. A cidadezinha ficou em petição de miséria, uma tristeza só, eu ajudei enquanto pude e só depois eu deixei aquelas montanhas que não tinha alicerce firme nem sapata e fui parar em Assunção, capital do Paraguai. Terra boa e de mulher fogosa. Lá mesmo eu vivi vida de Rei, fui sustentado por duas putas que quando faltava macho se agüentavam se esfregando uma na outra. Coisa bonita é duas mulheres se esfregando, mas vamô parar de safadeza que eu não demorei muito no Chaco, não que não agüentasse aquelas lobas, mas por que tinha gana de conhecer outras terras e outras mulheres, conhecer biblicamente sabe como é. Abraão conheceu Sara e nasceu Isaac. Essa juventude de hoje não lê mais as escrituras sagradas, não se entretêm no livro santo, não sabem o que estão perdendo. Quem nunca leu a bíblia não entende metade de toda a literatura produzida nas terras do poente. Eu mesmo leio a bíblia desde os catorze anos e com isso já desmoralizei muito charlatão, muito pastor safado que come e luxa da esperança dos pobres. E hoje em dia é que eles tão danado, se multiplicam mais do que mosquito da dengue, Ave Maria.
Lembro que uma vez, no tempo em que o diabo era menino, eu tava nos Andes, um país enorme, em uma cidade que eu nunca consegui pronunciar o nome e aí se deu o furdunço. Eu tava assistindo um filme ao ar livre, na parede de uma igreja e já tava de olho em uma indiazinha linda, de trança e tudo, quando a terra teve um mal-estar e tremeu. Eu pensei que o mundo ia acabar, mas confesso que na hora eu me arrependi de ter deixado o Brasil, onde esses troços nunca acontecem, disse pra mim mesmo, assim para os meu botões: “É seu Biu Puta Preta, agora você se arrombou”, mas a coisa passou logo e mesmo assim demorou muito, foi aí que eu descri do tempo e percebi que uma coisa nunca é uma coisa somente. A cidadezinha ficou em petição de miséria, uma tristeza só, eu ajudei enquanto pude e só depois eu deixei aquelas montanhas que não tinha alicerce firme nem sapata e fui parar em Assunção, capital do Paraguai. Terra boa e de mulher fogosa. Lá mesmo eu vivi vida de Rei, fui sustentado por duas putas que quando faltava macho se agüentavam se esfregando uma na outra. Coisa bonita é duas mulheres se esfregando, mas vamô parar de safadeza que eu não demorei muito no Chaco, não que não agüentasse aquelas lobas, mas por que tinha gana de conhecer outras terras e outras mulheres, conhecer biblicamente sabe como é. Abraão conheceu Sara e nasceu Isaac. Essa juventude de hoje não lê mais as escrituras sagradas, não se entretêm no livro santo, não sabem o que estão perdendo. Quem nunca leu a bíblia não entende metade de toda a literatura produzida nas terras do poente. Eu mesmo leio a bíblia desde os catorze anos e com isso já desmoralizei muito charlatão, muito pastor safado que come e luxa da esperança dos pobres. E hoje em dia é que eles tão danado, se multiplicam mais do que mosquito da dengue, Ave Maria.
terça-feira, 16 de março de 2010
O toque de Midas e o toque de merdas
O caro e dileto leitor deve lembrar-se da história de Midas, aquele rei Antigo que padecia de uma singular maldição, tudo que ele tocava virava ouro, de modo que desde tempos imemoriais é costume afirmar em relação a pessoas bem sucedidas que elas tem o “toque de Midas”.
Porém, ao observar o mundo do alto dos meus um metro e setenta pude observar que no Brasil de hoje alguns homens ostentam o que chamei, na falta de uma explicação melhor, de “toque de merdas”, ou seja, eles dão azar, as vezes não para si mesmo, mas para o que estão a sua volta.
O caso paradigmático é o do nosso já inolvidável presidente Luís Inácio Lula da Silva, que tentou fazer o José Dirceu seu sucessor. O resultado, o então poderoso ministro foi pego comandando um esquema de corrupção jamais visto na história desse país, o que não é pouca merda; depois o “toque de merdas” recaiu na figura bisonha de Antônio Palocci, igualmente demitido por corrupção entre outras canalhices; finalmente a preferência presidencial incidiu sobre a então saudável ministra Dilma Rousseff, que poucos meses depois descobriu um tumor maligno, mesmo mal que atormenta o vice-presidente, ou seja, o sábio leitor há de concordar que o nosso presidente de fato tem o temível “toque de merdas”.
Mesmo mal atinge o incansável piloto brasileiro Rubens Barrichello, esse porém é mais infeliz, pois dá sorte aqueles que estão a sua volta e dá azar a si mesmo, ou seja, sofre de uma variante da maldição do presidente. E o que dizer da nossa outra grande esperança das pistas, Felipe Massa, que perdeu um campeonato na última curva e teve que abandonar um campeonato em que, a princípio era favorito, por ter sido nocauteado por uma mola, depois de andar atrás do Rubinho, o que não é pouco em matéria de azar.
Sem querer ser cruel não poderia deixar de lembrar do antigo baterista da excelente banda “O Rapa”, Marcelo Yuca, que foi assaltado três vezes no mesmo lugar. Em uma delas acabou paraplégico e em outra quase foi assassinado.
Não poderia também esquecer o grande técnico Renato Gaúcho, inesquecível para os tricolores que viram o Fluminense perder a final da Copa Libertadores da América, como também para os torcedores do Vasco da Gama, ao assistirem indignados o “Gigante da colina”, comandado pelo infame, cair para a segunda divisão do campeonato brasileiro.
Assim, por meio de todos esses exemplos espero ter demonstrado que talvez o “toque de Midas”, seja uma lenda, mas o “toque de merdas” é uma realidade.
E tenho a mais absoluta de todas as certezas de que o caro leitor conhece alguém que padece desse mal.
Todo cuidado é pouco.
Porém, ao observar o mundo do alto dos meus um metro e setenta pude observar que no Brasil de hoje alguns homens ostentam o que chamei, na falta de uma explicação melhor, de “toque de merdas”, ou seja, eles dão azar, as vezes não para si mesmo, mas para o que estão a sua volta.
O caso paradigmático é o do nosso já inolvidável presidente Luís Inácio Lula da Silva, que tentou fazer o José Dirceu seu sucessor. O resultado, o então poderoso ministro foi pego comandando um esquema de corrupção jamais visto na história desse país, o que não é pouca merda; depois o “toque de merdas” recaiu na figura bisonha de Antônio Palocci, igualmente demitido por corrupção entre outras canalhices; finalmente a preferência presidencial incidiu sobre a então saudável ministra Dilma Rousseff, que poucos meses depois descobriu um tumor maligno, mesmo mal que atormenta o vice-presidente, ou seja, o sábio leitor há de concordar que o nosso presidente de fato tem o temível “toque de merdas”.
Mesmo mal atinge o incansável piloto brasileiro Rubens Barrichello, esse porém é mais infeliz, pois dá sorte aqueles que estão a sua volta e dá azar a si mesmo, ou seja, sofre de uma variante da maldição do presidente. E o que dizer da nossa outra grande esperança das pistas, Felipe Massa, que perdeu um campeonato na última curva e teve que abandonar um campeonato em que, a princípio era favorito, por ter sido nocauteado por uma mola, depois de andar atrás do Rubinho, o que não é pouco em matéria de azar.
Sem querer ser cruel não poderia deixar de lembrar do antigo baterista da excelente banda “O Rapa”, Marcelo Yuca, que foi assaltado três vezes no mesmo lugar. Em uma delas acabou paraplégico e em outra quase foi assassinado.
Não poderia também esquecer o grande técnico Renato Gaúcho, inesquecível para os tricolores que viram o Fluminense perder a final da Copa Libertadores da América, como também para os torcedores do Vasco da Gama, ao assistirem indignados o “Gigante da colina”, comandado pelo infame, cair para a segunda divisão do campeonato brasileiro.
Assim, por meio de todos esses exemplos espero ter demonstrado que talvez o “toque de Midas”, seja uma lenda, mas o “toque de merdas” é uma realidade.
E tenho a mais absoluta de todas as certezas de que o caro leitor conhece alguém que padece desse mal.
Todo cuidado é pouco.
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