III – Zé Priquito e a boceta mal-assombrada
Viúva fogosa é como diamante raro e a viúva em questão não era dessas que dão para todo mundo, quer dizer, apenas para os que estão vivos. A tal viúva Claudiceta e sua irmã, Bucetildes, escolhiam, por critérios de que só elas tinham conhecimento, os felizardos para algumas estupendas fodas. Cada uma no seu quarto, porque eram senhoras de respeito e não gostavam de surubas e coisas parecidas, de qualquer forma, a fama das duas enfurecia as mulheres de bem e despertava desejos de menino em homens feitos, que não podiam vê-las passarem com suas ancas largas sem experimentarem as latejantes ereções dos passados treze anos, quando um sorriso safado, merecia punheta.
Assim, atraído pela fama de insaciáveis daquelas damas, Zé Priquito convenceu Chico Rola a tentarem a sorte com “as duas”, embora Chico Rola lembrasse que nenhuma das duas, segundo voz corrente, era virgem, porém, como ele também não estava imune aos caprichos das cachorras, topou. E, assim como se não quisessem nada, se ofereceram para fazer pequenos consertos na casa das “irmãs”, que se agradaram dos dois rapazes, de modo que passados menos de três dias, Chico Rola se trancava com Bucetildes e Zé Priquito com Claudiceta.
Porém, nem tudo são fodas, quer dizer, nem tudo são flores, pois, quem fode, às vezes se fode também, e, foi precisamente esse o caso de Zé Priquito, que, ao ver, ou melhor, ao contemplar, aquela bela mulher de quatro, com o rabo erguido, o cu piscando e a boceta enorme batendo palminhas de expectativa e contentamento, enfiou, ou melhor, enterrou a sua rola latejante naquele bocetão guloso e fodeu até o dia amanhecer, o quê se repetiu por mais três semanas com pequenos intervalos.
Mas, tudo tem seu preço e, ao tentar foder uma cabeleireira que tinha fama de ser a maior boqueteira do pedaço, Zé Priquito, desgraçadamente, brochou e, embora tenha tentado de novo, não conseguiu.
Confuso, se desculpou e ouviu da cabeleireira que também depilava as “irmãs”, que havia testemunhado o suicídio de um dos “namorados” de Claudiceta, pois, por ter se recusado a casar com ela, teve perda total no uso da sua ferramenta, não havendo remédio, meizinha ou feitiço que desse jeito no membro aparvalhado do infeliz cidadão e ex-fodão, que não aceitando o infortúnio de foder uma mulher só pelo resto da vida, bebeu e pulou de um cajueiro, quebrando o pescoço na queda.
Depois de ouvir a história, aos prantos, Zé Priquito olhou para o seu caralho imprestável e pediu para que a mulher chamasse seu amigo Chico, que ao ouvir a narração do infortúnio de Zé Priquito, taciturno, confessou que ouvira de um estranho bêbado a história de que a boceta da Claudiceta era mal-assombrada.
Zé Priquito entrou em desespero.
Porém, na noite seguinte, resolveu tirar aquela história a limpo e depois de foder a bem fornida Claudiceta ouviu dela um pedido de casamento e a narração de que todos os homens por quem ela se apaixona ficam imprestáveis para “amar outras mulheres”.
A notícia fez o nosso herói desmaiar e, depois, dizendo-se traído disse que não mais poria os pés naquela casa e o caralho naquela boceta, ao que a cruel Claudiceta respondeu com um riso de bruxa, “então se prepare para viver vida de santo”.
E mais: “Quando voltar, traga as alianças.”
Foi demais para Zé Priquito, que desmaiou outra vez e foi carregado para fora daquele lugar de trevas pelo bom e membrudo Chico Rola.
Moral da história: foder é perigoso.
Mas nosso herói não é um herói à toa.
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sábado, 7 de maio de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
As incríveis e espantosas aventuras de Zé Priquito e Chico Rola I
Prólogo ou “Das explicações necessárias”
Prezados feladores, arrombadores de bocetas e comedores dos furicos alheios, é a vós que eu me dirijo. A vós que nunca adiais uma mulher para o dia seguinte. Sorvedores de bons vinhos e de péssima aguardente, bebedores de cerveja; grandes comedores ou reles punheteiros, é a vós que eu me dirijo para narrar às espantosas, incríveis, singulares, extraordinárias e assombrosas histórias de Zé Priquito e Chico Rola.
A saga dos heróis dessa história começa muito antes da guerra de Tróia, embora também tenha sido causada por um priquito, pois tudo teve início quando um dos herdeiros do império Gupta e o seu fiel escudeiro foram amaldiçoados pelo sacerdote Chandragupta depois que o malvado descobriu uma armação do príncipe para facilitar a entrada do amigo no quarto da filha do todo-poderoso do império.
Possesso ao ver sua filha descabaçada o sacerdote não caiu na lábia nem do casal, nem do seu protetor, o príncipe, cujo nome se perdeu na bruma do tempo, e lançou à maldição, sua própria filha morreria naquele instante e ao reencarnar morreria sempre que fodesse pela primeira vez, enquanto os “dois infames” viveriam eternamente condenados a vagar pelo mundo sem eira, nem beira, nem riqueza nenhuma, a sobreviver de estradeirices ou da caridade alheia.
O sacerdote era poderoso, mas mais poderosos são os poderes do bem, pois expulsos de Pataliputra, os bons amigos procuraram “Obinas”, o iluminado sábio que vivia em Lhassa, no Tibet, que desfez em parte o feitiço de Chandragupta, permitindo que a ex-moça não morresse sempre que conhecesse varão e ainda conseguiu, utilizando seus poderes, permitir que o encanto fosse quebrado, se em algum momento, a xiranha da filha do sacerdote encontrasse o cacete do melhor amigo do príncipe. No momento em que isso acontecesse o tempo não seria nada e os três voltariam conscientes para Pataliputra, uma hora antes da quase fatal descoberta de Chandragupta.
O problema era encontrar a xoxota perdida, a urna encantada onde estava depositada a sorte e a fortuna dos três jovens, mas o quê fazer? Lutar.
E assim se iniciaram as aventuras dos amigos condenados a foder todas as mulheres do mundo para encontrarem a solução dos seus problemas, o amigo do príncipe, por amor, e o príncipe por safadeza mesmo, que desde pequeno o herdeiro do trono de Pataliputra era muito safado, e deste modo insólito os amigos vagaram pelo mundo a procura da boceta panacéia.
Sempre com a mesma idade e vigor viveram na corte do Rei Arthur; nos domínios de Kan Kan Musa; foram soldados de Saladino; enfrentaram o exército mongol e foderam gregas e troianas, lisboetas e madrilhenhas, etíopes, turcas e chinesas. Correram o mundo muitas vezes e foram conhecidos por muitos nomes, mas foi ao desembarcar na boa Terra de Santa Cruz, que o vulgo chama Brasil, que ganharam o apelido de Zé Priquito e Chico Rola. O príncipe foi chamado de Zé Priquito pelos naturais do lugar por gostar mais da fruta do que sebo e pentelho e o seu dileto amigo, de Chico Rola, por ser membrudo.
O que vai a seguir é um pequeno relato de algumas das estupendas aventuras vividas pelos amigos inseparáveis a procura da supracitada boceta panacéia, aquela capaz, se não de por fim a todos os males do mundo, pelo menos devolver a um deles a felicidade completa, que só é alcançada quando se encontra o amor mais puro e ao outro a riqueza e a realeza, na posse da qual, como todo o homem sabe, é muito mais fácil foder.
Prezados feladores, arrombadores de bocetas e comedores dos furicos alheios, é a vós que eu me dirijo. A vós que nunca adiais uma mulher para o dia seguinte. Sorvedores de bons vinhos e de péssima aguardente, bebedores de cerveja; grandes comedores ou reles punheteiros, é a vós que eu me dirijo para narrar às espantosas, incríveis, singulares, extraordinárias e assombrosas histórias de Zé Priquito e Chico Rola.
A saga dos heróis dessa história começa muito antes da guerra de Tróia, embora também tenha sido causada por um priquito, pois tudo teve início quando um dos herdeiros do império Gupta e o seu fiel escudeiro foram amaldiçoados pelo sacerdote Chandragupta depois que o malvado descobriu uma armação do príncipe para facilitar a entrada do amigo no quarto da filha do todo-poderoso do império.
Possesso ao ver sua filha descabaçada o sacerdote não caiu na lábia nem do casal, nem do seu protetor, o príncipe, cujo nome se perdeu na bruma do tempo, e lançou à maldição, sua própria filha morreria naquele instante e ao reencarnar morreria sempre que fodesse pela primeira vez, enquanto os “dois infames” viveriam eternamente condenados a vagar pelo mundo sem eira, nem beira, nem riqueza nenhuma, a sobreviver de estradeirices ou da caridade alheia.
O sacerdote era poderoso, mas mais poderosos são os poderes do bem, pois expulsos de Pataliputra, os bons amigos procuraram “Obinas”, o iluminado sábio que vivia em Lhassa, no Tibet, que desfez em parte o feitiço de Chandragupta, permitindo que a ex-moça não morresse sempre que conhecesse varão e ainda conseguiu, utilizando seus poderes, permitir que o encanto fosse quebrado, se em algum momento, a xiranha da filha do sacerdote encontrasse o cacete do melhor amigo do príncipe. No momento em que isso acontecesse o tempo não seria nada e os três voltariam conscientes para Pataliputra, uma hora antes da quase fatal descoberta de Chandragupta.
O problema era encontrar a xoxota perdida, a urna encantada onde estava depositada a sorte e a fortuna dos três jovens, mas o quê fazer? Lutar.
E assim se iniciaram as aventuras dos amigos condenados a foder todas as mulheres do mundo para encontrarem a solução dos seus problemas, o amigo do príncipe, por amor, e o príncipe por safadeza mesmo, que desde pequeno o herdeiro do trono de Pataliputra era muito safado, e deste modo insólito os amigos vagaram pelo mundo a procura da boceta panacéia.
Sempre com a mesma idade e vigor viveram na corte do Rei Arthur; nos domínios de Kan Kan Musa; foram soldados de Saladino; enfrentaram o exército mongol e foderam gregas e troianas, lisboetas e madrilhenhas, etíopes, turcas e chinesas. Correram o mundo muitas vezes e foram conhecidos por muitos nomes, mas foi ao desembarcar na boa Terra de Santa Cruz, que o vulgo chama Brasil, que ganharam o apelido de Zé Priquito e Chico Rola. O príncipe foi chamado de Zé Priquito pelos naturais do lugar por gostar mais da fruta do que sebo e pentelho e o seu dileto amigo, de Chico Rola, por ser membrudo.
O que vai a seguir é um pequeno relato de algumas das estupendas aventuras vividas pelos amigos inseparáveis a procura da supracitada boceta panacéia, aquela capaz, se não de por fim a todos os males do mundo, pelo menos devolver a um deles a felicidade completa, que só é alcançada quando se encontra o amor mais puro e ao outro a riqueza e a realeza, na posse da qual, como todo o homem sabe, é muito mais fácil foder.
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