sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Reginaldo Stallone: Origens
Reginaldo Stallone nasceu em 1981 em algum lugar muito próximo a linha do Equador. É exímio levantador de copos, atirador de piolas, arremessador de cartas e tapador dos buracos alheios. Atualmente trabalha como fiscal da natureza e revisor de roteiros de filmes proibidos para menores. Nas horas vagas está terminando de escrever seu primeiro romance, cujo título-síntese é: “30 anos para nada”.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Lascou Braz
Funeral 1
A Argentina está em luto, pena que não é pelo Maradona.
Funeral 2
O Romeu Tuma morreu, pra alma dele cago eu.
Funeral 3
Parece que um chinês pagou o enterro do Romeu Tuma.
Libras
E ainda dizem que o petróleo vai acabar. No Brasil não.
Exceção
Finalmente o STF fez alguma coisa que preste e viva o ficha limpa.
Recado
Gilmar Mendes, vai pra...
Recado 2
Dona Dilma vem aí.
Inveja
O melhor cargo do mundo é ser presidente da Itália.
No fundo, no fundo
No fundo, no fundo, o grande problema das paulistas é falta de pau e o dos paulistas é excesso.
Piadinha infame
Lula agora virou polvo.
A pergunta que não quer calar
- Monteiro Lobato era racista?
- Era.
A Argentina está em luto, pena que não é pelo Maradona.
Funeral 2
O Romeu Tuma morreu, pra alma dele cago eu.
Funeral 3
Parece que um chinês pagou o enterro do Romeu Tuma.
Libras
E ainda dizem que o petróleo vai acabar. No Brasil não.
Exceção
Finalmente o STF fez alguma coisa que preste e viva o ficha limpa.
Recado
Gilmar Mendes, vai pra...
Recado 2
Dona Dilma vem aí.
Inveja
O melhor cargo do mundo é ser presidente da Itália.
No fundo, no fundo
No fundo, no fundo, o grande problema das paulistas é falta de pau e o dos paulistas é excesso.
Piadinha infame
Lula agora virou polvo.
A pergunta que não quer calar
- Monteiro Lobato era racista?
- Era.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Viva a República
Depois de outubro os tucanos passaram a integrar a lista das aves em extinção, pelo menos em Brasília, onde segundo me disseram, até a terra é vermelha.
Assim, ao que parece, o vermelho não sairá da moda nos próximos quatro anos, razão pela qual as oportunistas já trocaram a tinta loura pela ruiva e os oportunistas estão deixando a barba crescer.
Alguém viu o Ciro Gomes depois da campanha eleitoral?
Não é para menos, vivemos no melhor dos mundos possíveis, resta saber quem terá a sorte de Cunegunda. Por isso eu já decidi, amanhã mesmo me mudo para o Paraguai, onde pelo menos existe a Larissa Riquelme, que é boa de cara e ótima de bunda. De peitos então!
Ou, caso passe na imigração, o quê não é muito provável, me estabeleça na Itália, onde quem sabe, consiga uma vaga de assessor do Sílvio Berlusconi, pois, eis um sujeito que entende de putas e ainda as divide com os amigos.
Contudo, se os deuses fossem bons para comigo preferia que me dessem o telefone e o amor da Jéssica Alba, assim, eu seria um homem feliz, apesar do Augusto Cury, do Gabriel Chalita, do Galvão Bueno e outros tratantes, porém se comer é bom, cagar pode não sê-lo.
Filosofias a parte, alguém pode me dizer o quê houve com o Felipe Massa, que de protagonista virou coadjuvante no circo da Fórmula 1?
O mesmo aconteceu com o Schumacher, que ainda não disse a que veio depois que voltou a correr. Parece ter perdido o mandato do céu. Não é mais “o campeão”, é apenas um piloto qualquer. Talvez tenha perdido a vontade de vencer ou talvez esteja pagando seus pecados, vai se saber?
É preciso saber parar.
Os atletas precisam saber parar, mas os artistas precisam saber morrer, o quê é bem mais difícil, já os políticos podem morrer várias vezes, e não apenas os vampiros, como o ex-governador de Piratininga.
Cada um com seus problemas, pior para Dona Dilma, que chamou a si a responsabilidade de começar a consertar os muitos problemas dessa terra de Santa Cruz, o maior deles, oferecer uma educação de qualidade para todos aqueles que queiram aprender, pois, hoje, as escolas e universidades, em grande parte só fornecem diplomas enquanto nas ruas e nos palácios dos três poderes e mais nas dependências do Ministério Público é possível fazer doutorado em todos os tipos de crime, desde os mais bárbaros, até a pilantragem para a qual nós fechamos os olhos.
Alguém lembra o que foi o Mensalão?
Alguém sabe quem é Erenice Guerra ou Paulo Preto?
Ora, quem elege um ladrão não pode reclamar de ser roubado, mas falemos de coisas mais amenas. Do rabo da Geise Arruda, a nossa universitária mais conhecida ou do novo amor do Fábio Júnior, algo assim.
Não esqueça que vivemos no melhor dos mundos possíveis e se um conhecido seu foi assaltado e morto na esquina da sua casa por um viciado em crack que precisava de dinheiro para manter o vício, ele, provavelmente, só teve um dia ruim.
Não se preocupe, isso só acontece com os outros, compre um carro novo, mesmo que pra isso você esteja contribuindo para foder o planeta e aumentar os engarrafamentos, mas...?
Você sabe qual foi a sorte Cunegunda?
Assim, ao que parece, o vermelho não sairá da moda nos próximos quatro anos, razão pela qual as oportunistas já trocaram a tinta loura pela ruiva e os oportunistas estão deixando a barba crescer.
Alguém viu o Ciro Gomes depois da campanha eleitoral?
Não é para menos, vivemos no melhor dos mundos possíveis, resta saber quem terá a sorte de Cunegunda. Por isso eu já decidi, amanhã mesmo me mudo para o Paraguai, onde pelo menos existe a Larissa Riquelme, que é boa de cara e ótima de bunda. De peitos então!
Ou, caso passe na imigração, o quê não é muito provável, me estabeleça na Itália, onde quem sabe, consiga uma vaga de assessor do Sílvio Berlusconi, pois, eis um sujeito que entende de putas e ainda as divide com os amigos.
Contudo, se os deuses fossem bons para comigo preferia que me dessem o telefone e o amor da Jéssica Alba, assim, eu seria um homem feliz, apesar do Augusto Cury, do Gabriel Chalita, do Galvão Bueno e outros tratantes, porém se comer é bom, cagar pode não sê-lo.
Filosofias a parte, alguém pode me dizer o quê houve com o Felipe Massa, que de protagonista virou coadjuvante no circo da Fórmula 1?
O mesmo aconteceu com o Schumacher, que ainda não disse a que veio depois que voltou a correr. Parece ter perdido o mandato do céu. Não é mais “o campeão”, é apenas um piloto qualquer. Talvez tenha perdido a vontade de vencer ou talvez esteja pagando seus pecados, vai se saber?
É preciso saber parar.
Os atletas precisam saber parar, mas os artistas precisam saber morrer, o quê é bem mais difícil, já os políticos podem morrer várias vezes, e não apenas os vampiros, como o ex-governador de Piratininga.
Cada um com seus problemas, pior para Dona Dilma, que chamou a si a responsabilidade de começar a consertar os muitos problemas dessa terra de Santa Cruz, o maior deles, oferecer uma educação de qualidade para todos aqueles que queiram aprender, pois, hoje, as escolas e universidades, em grande parte só fornecem diplomas enquanto nas ruas e nos palácios dos três poderes e mais nas dependências do Ministério Público é possível fazer doutorado em todos os tipos de crime, desde os mais bárbaros, até a pilantragem para a qual nós fechamos os olhos.
Alguém lembra o que foi o Mensalão?
Alguém sabe quem é Erenice Guerra ou Paulo Preto?
Ora, quem elege um ladrão não pode reclamar de ser roubado, mas falemos de coisas mais amenas. Do rabo da Geise Arruda, a nossa universitária mais conhecida ou do novo amor do Fábio Júnior, algo assim.
Não esqueça que vivemos no melhor dos mundos possíveis e se um conhecido seu foi assaltado e morto na esquina da sua casa por um viciado em crack que precisava de dinheiro para manter o vício, ele, provavelmente, só teve um dia ruim.
Não se preocupe, isso só acontece com os outros, compre um carro novo, mesmo que pra isso você esteja contribuindo para foder o planeta e aumentar os engarrafamentos, mas...?
Você sabe qual foi a sorte Cunegunda?
sábado, 6 de novembro de 2010
Anúncios/classificados/patrocínios/apoios
Não é nada não é nada e todo mundo pensa que Mensalão é o nome de um gerente de banco.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Marx, Maquiavel e Zé Limeira X
Todo o político calça quarenta, é tudo farinha do mesmo saco e merda do mesmo furico, não valem nada, pode ser homem ou mulher, branco ou preto, pobre o rico, comedor ou viado, padre ou pastor, vão é tudo pro inferno das quengas que é o pior inferno que há, por que comem da miséria do povo e é assim desde o tempo dos faraós no Egito, quando aqueles filhos da puta casavam com a própria irmã e viviam no luxo enquanto o povo se fodia para construir aquelas pirâmides.
Tudo capricho daqueles corno, e hoje continua assim, não há político que não goste de uma obra, mas não é só pela vaidade de ver o nome na placa não, é pelo dinheiro que eles embolsam, por que desde as pirâmides, que começaram a ser construídas em uma segunda-feira (no inferno é sempre segunda-feira), todo empreiteiro tem que molhar a mão dos políticos.
Eu imagino o quanto aqueles faroasão não embolsaram pra fazer aquelas montanhas de pedra, mas pelo menos a obra não foi mal feita, ainda tão lá até hoje pra quem quiser ver e não tiver medo dos terroristas, pois os homem lá do Egito não acreditam mais nos deuses dos faraós, eles acreditam em Alá, que é o Deus dos árabes e dos turcos e de um bocado de gente nesse mei de mundo.
Eu visitei aquilo tudo: Egito, Irã, Iraque, Arábia Saudita, Turquia. É tudo como aqui, a mesma merda, é gente como a gente. Só é ruim pra quem bebe ou dá o furico, mas quem quer dar o furico sempre arranja um jeitinho.
Na época eu comprava e vendia cavalo árabe, o melhor cavalo de corrida do mundo, mas isso outro dia eu conto, por que eu tava falando mesmo é de político, não conheci um que prestasse, nem o velho Pedro II, também conhecido como Pedro Banana; nem o Getúlio Vargas, que enganou até o cão; nem o tá do Lula que nunca sabia de nada. Por isso eu faço como os espanhóis, se há governo eu sou é contra e todo patafísico tem que ser assim, é a regra de ouro da patafísica, ser contra qualquer governo e quem achar o contrário, por favor, não fale comigo e vá pra puta que o pariu que eu não gosto de político nem de funcionário público, pois um homem tem que ser dono do seu nariz.
E falar nisso eu tomei uma vacina contra a gripe e fiquei gripado e aí fico pensando que depois de tanto imposto que o povo paga, ainda há quem chame de ignorante o véi que quando assiste na televisão o chamado pra se vacinar não pensa que a vacina é veneno pro governo não pagar aposentadoria (dizem que tão fazendo isso na França) ou então é um cadastro pra pagar imposto pro cemitério, por ter vivido demais.
Mas o diabo sabe mais por que é mais velho e se eu ando enganando até a morte, quanto mais esse governo de ladrão? E outra coisa, não existe governo sem ladrão, ladrão gosta mais de governo do que cu gosta de merda.
Falar nisso eu vou é cagar senão eu me esqueço.
Tudo capricho daqueles corno, e hoje continua assim, não há político que não goste de uma obra, mas não é só pela vaidade de ver o nome na placa não, é pelo dinheiro que eles embolsam, por que desde as pirâmides, que começaram a ser construídas em uma segunda-feira (no inferno é sempre segunda-feira), todo empreiteiro tem que molhar a mão dos políticos.
Eu imagino o quanto aqueles faroasão não embolsaram pra fazer aquelas montanhas de pedra, mas pelo menos a obra não foi mal feita, ainda tão lá até hoje pra quem quiser ver e não tiver medo dos terroristas, pois os homem lá do Egito não acreditam mais nos deuses dos faraós, eles acreditam em Alá, que é o Deus dos árabes e dos turcos e de um bocado de gente nesse mei de mundo.
Eu visitei aquilo tudo: Egito, Irã, Iraque, Arábia Saudita, Turquia. É tudo como aqui, a mesma merda, é gente como a gente. Só é ruim pra quem bebe ou dá o furico, mas quem quer dar o furico sempre arranja um jeitinho.
Na época eu comprava e vendia cavalo árabe, o melhor cavalo de corrida do mundo, mas isso outro dia eu conto, por que eu tava falando mesmo é de político, não conheci um que prestasse, nem o velho Pedro II, também conhecido como Pedro Banana; nem o Getúlio Vargas, que enganou até o cão; nem o tá do Lula que nunca sabia de nada. Por isso eu faço como os espanhóis, se há governo eu sou é contra e todo patafísico tem que ser assim, é a regra de ouro da patafísica, ser contra qualquer governo e quem achar o contrário, por favor, não fale comigo e vá pra puta que o pariu que eu não gosto de político nem de funcionário público, pois um homem tem que ser dono do seu nariz.
E falar nisso eu tomei uma vacina contra a gripe e fiquei gripado e aí fico pensando que depois de tanto imposto que o povo paga, ainda há quem chame de ignorante o véi que quando assiste na televisão o chamado pra se vacinar não pensa que a vacina é veneno pro governo não pagar aposentadoria (dizem que tão fazendo isso na França) ou então é um cadastro pra pagar imposto pro cemitério, por ter vivido demais.
Mas o diabo sabe mais por que é mais velho e se eu ando enganando até a morte, quanto mais esse governo de ladrão? E outra coisa, não existe governo sem ladrão, ladrão gosta mais de governo do que cu gosta de merda.
Falar nisso eu vou é cagar senão eu me esqueço.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
A pedra, ou melhor, o óleo filosofal do mundo contemporâneo
Houve um tempo em que a força motriz da humanidade foram os músculos dos homens e dos animais. Era essa força que movia a máquina do mundo.
Houve um tempo em que carvão e vapor de água substituíram os músculos.
E houve um tempo, que ainda não passou, que ainda é o nosso tempo, em que o petróleo tomou o lugar do carvão e passou a girar a “máquina do mundo”.
Mas o que é petróleo?
A Wikipédia diria que é uma combinação complexa de hidrocarbonetos, mas como essa é uma explicação que não explica nada, resta dizer o óbvio, que Petróleo, cuja palavra vem do latim, significa “óleo de pedra”. Mas como pedras não costumam transformar-se em óleo, resta saber de onde é oriundo tal óleo.
E eu respondo, por que se trata aqui de um pergunta retórica. Caso vários cientistas não estejam errados, o “óleo de pedra” é oriundo da decomposição de restos de animais e vegetais, que sob certas condições de temperatura e pressão resultam não em pó, como aponta a bíblia, mas em óleo.
Em alguns lugares esse óleo aflora, de modo que desde a antigüidade, na região que nós conhecemos hoje, como Oriente Médio, ele foi usado como impermeabilizante de construções e embarcações; como comburente, ou seja, para pôr fogo em lanças incendiárias, como iluminante e como remédio, pois entre os sumérios chegou a ser indicado para curar doenças de pele.
Há quem diga que também foi usado como laxante e foi mesmo.
Os egípcios os utilizavam no processo de mumificação.
É verdade que até o século XIX o óleo de pedra era mais conhecido como: pez, betume e pixe e foi explorado em boa parte da Ásia central, até a China, mas a exploração industrial dessa “nova velha maravilha” teve início nos Estados Unidos, embora o primeiro poço comercial tenha sido aberto em Baku, no atual Azerbaijão e o primeiro poço das Américas no Canadá, porém como os mais ricos pagam melhor aos historiadores, costuma-se creditar a Edwin Laurentine Drake, mais conhecido como “Coronel Drake”, responsável pela perfuração do primeiro poço de petróleo dos EUA, na pequena cidade de Titusville, no Estado da Pensilvânia, em 1859, o título de criador da “moderna” indústria do petróleo.
Mas o “Coronel Drake”, não fez nada sozinho, pois aquela tarefa não era assim tão simples nem tão barata, razão pela qual ele foi financiado por investidores que respaldados por químicos acreditavam, ou melhor, tinham certeza, que caso fosse possível extrair petróleo em grande quantidade, ele poderia ser utilizado para iluminar casas de fazendas e cidades e ainda para lubrificar as peças de metal que compunham as máquinas industriais.
Houve gente que riu.
Mas o “Coronel” obteve êxito na sua empreitada e embora tenha morrido pobre deu início, ainda no século XIX, a exploração da maior riqueza do século XX.
A partir daí, refinado como “querosene”, o petróleo iluminou boa parte do mundo que não podia pagar pela energia elétrica, que passou a aclarar as grandes cidades do mundo desenvolvido em fins do século XIX e inícios do século XX.
Mas como isso aqui não é um tratado de história resta dizer que ainda no século XIX e isso durou até os anos 60 do século XX, o mercado petrolífero mundial foi dominado por sete empresas, que ficaram conhecidas como “As sete irmãs” do petróleo. Eram elas a: Royal Dutch Shell, Anglo-Persian Oil Company (BP), Standard Oil of New Jersey (ESSO), Standard Oil off New York (Mobil), Texaco, Standard Oil of California (Chevron) e Gulf Oil.
Esse oligopólio durou até a criação da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), cujos Estados membros passaram a cobrar muito mais por cada barril do precioso óleo de pedra e como tais países eram os maiores produtores, não havia saída para os demais, que por muito tempo não poderiam passar sem petróleo, senão comprar o tão disputado ouro negro.
Pois, como substituir de uma só vez a matéria prima utilizada para fazer óleo diesel, gasolina, querosene, gás de cozinha, parafina, lubrificantes (entre eles a vaselina), asfalto, plástico (entre eles o isopor), fertilizantes, borracha sintética, discos de vinil e até mesmo as moderníssimas camisas “volta ao mundo” fabricadas a partir de um certo plástico, que permitia não apenas uma durabilidade maior como também a vantagem de não precisar ser passada a ferro.
As tais camisas foram moda até 1973, ano do primeiro “choque do Petróleo”, quando a OPEP, composta por muitos países muçulmanos, para pressionar os norte-americanos a não apoiarem Israel em uma de suas muitas guerras contra outros países muçulmanos, diminuíram a produção de petróleo e aumentaram o preço do barril.
Assim o preço do barril do petróleo, que era de 2,90 dólares em setembro de 1973, em dezembro do mesmo ano chegou a 11,65 dólares, o que provocou uma enorme crise econômica nos países importadores do óleo de pedra, como o Brasil. Algo semelhante se repetiu em 1979 por ocasião da “Revolução Iraniana”, quando as incertezas sobre a continuidade da produção iraniana, levou a OPEP outra vez a diminuir a produção e aumentar o preço do barril de petróleo. Desta vez o preço do barril saltou de 13 dólares para 34 entre 1979 e 1981.
Foi um Deus no acuda. Todos condenaram o Aiatolá Khomeini, porém nenhum governo lembrou-se das guerras que foram travadas ou instigadas pela cobiça pelo petróleo e que marcaram todos os continentes e todo o século XX. Dentre elas a guerra do Chaco entre bolivianos e paraguaios em 1932 e, pra começar bem o século XXI, a Invasão do Iraque pelos norte-americanos em 2003.
E quando ainda no início do século XXI o preço do barril do petróleo outra vez não parava de subir, a indústria automobilística norte-americana não ia bem das pernas, três em cada dois cientistas alertavam sobre as consequências do aquecimento global, que já estava provocado uma desordem climática e tudo parecia conspirar para a substituição do óleo de pedra pelos biocombustíveis, eis que a Petrobrás, empresa especialista na exploração do óleo em águas profundas anunciou a descoberta de uma gigantesca reserva do óleo nas costas do Brasil, o campo de Tupi.
A indústria do petróleo respirou aliviada, pois a descoberta deu uma sobrevida a “era dos combustíveis fósseis” e é só.
Quanto ao título, no entanto, cabe uma explicação. Na Idade Média aqueles mistos de bruxos e cientistas, conhecidos como alquimistas, buscavam a fórmula para transformar qualquer substância em ouro, ou seja, a pedra filosofal. Não encontraram, mas o tal do “Coronel Drake” chegou perto ao provar que era possível extrair o óleo de pedra em grandes quantidades, pois o tal óleo se mostrou capaz de dar origem a uma série de outras mercadorias, que se não eram ouro, valiam e ainda valem mais que o precioso metal amarelo e foram responsáveis pelas maiores fortunas do século XX.
Houve um tempo em que carvão e vapor de água substituíram os músculos.
E houve um tempo, que ainda não passou, que ainda é o nosso tempo, em que o petróleo tomou o lugar do carvão e passou a girar a “máquina do mundo”.
Mas o que é petróleo?
A Wikipédia diria que é uma combinação complexa de hidrocarbonetos, mas como essa é uma explicação que não explica nada, resta dizer o óbvio, que Petróleo, cuja palavra vem do latim, significa “óleo de pedra”. Mas como pedras não costumam transformar-se em óleo, resta saber de onde é oriundo tal óleo.
E eu respondo, por que se trata aqui de um pergunta retórica. Caso vários cientistas não estejam errados, o “óleo de pedra” é oriundo da decomposição de restos de animais e vegetais, que sob certas condições de temperatura e pressão resultam não em pó, como aponta a bíblia, mas em óleo.
Em alguns lugares esse óleo aflora, de modo que desde a antigüidade, na região que nós conhecemos hoje, como Oriente Médio, ele foi usado como impermeabilizante de construções e embarcações; como comburente, ou seja, para pôr fogo em lanças incendiárias, como iluminante e como remédio, pois entre os sumérios chegou a ser indicado para curar doenças de pele.
Há quem diga que também foi usado como laxante e foi mesmo.
Os egípcios os utilizavam no processo de mumificação.
É verdade que até o século XIX o óleo de pedra era mais conhecido como: pez, betume e pixe e foi explorado em boa parte da Ásia central, até a China, mas a exploração industrial dessa “nova velha maravilha” teve início nos Estados Unidos, embora o primeiro poço comercial tenha sido aberto em Baku, no atual Azerbaijão e o primeiro poço das Américas no Canadá, porém como os mais ricos pagam melhor aos historiadores, costuma-se creditar a Edwin Laurentine Drake, mais conhecido como “Coronel Drake”, responsável pela perfuração do primeiro poço de petróleo dos EUA, na pequena cidade de Titusville, no Estado da Pensilvânia, em 1859, o título de criador da “moderna” indústria do petróleo.
Mas o “Coronel Drake”, não fez nada sozinho, pois aquela tarefa não era assim tão simples nem tão barata, razão pela qual ele foi financiado por investidores que respaldados por químicos acreditavam, ou melhor, tinham certeza, que caso fosse possível extrair petróleo em grande quantidade, ele poderia ser utilizado para iluminar casas de fazendas e cidades e ainda para lubrificar as peças de metal que compunham as máquinas industriais.
Houve gente que riu.
Mas o “Coronel” obteve êxito na sua empreitada e embora tenha morrido pobre deu início, ainda no século XIX, a exploração da maior riqueza do século XX.
A partir daí, refinado como “querosene”, o petróleo iluminou boa parte do mundo que não podia pagar pela energia elétrica, que passou a aclarar as grandes cidades do mundo desenvolvido em fins do século XIX e inícios do século XX.
Mas como isso aqui não é um tratado de história resta dizer que ainda no século XIX e isso durou até os anos 60 do século XX, o mercado petrolífero mundial foi dominado por sete empresas, que ficaram conhecidas como “As sete irmãs” do petróleo. Eram elas a: Royal Dutch Shell, Anglo-Persian Oil Company (BP), Standard Oil of New Jersey (ESSO), Standard Oil off New York (Mobil), Texaco, Standard Oil of California (Chevron) e Gulf Oil.
Esse oligopólio durou até a criação da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), cujos Estados membros passaram a cobrar muito mais por cada barril do precioso óleo de pedra e como tais países eram os maiores produtores, não havia saída para os demais, que por muito tempo não poderiam passar sem petróleo, senão comprar o tão disputado ouro negro.
Pois, como substituir de uma só vez a matéria prima utilizada para fazer óleo diesel, gasolina, querosene, gás de cozinha, parafina, lubrificantes (entre eles a vaselina), asfalto, plástico (entre eles o isopor), fertilizantes, borracha sintética, discos de vinil e até mesmo as moderníssimas camisas “volta ao mundo” fabricadas a partir de um certo plástico, que permitia não apenas uma durabilidade maior como também a vantagem de não precisar ser passada a ferro.
As tais camisas foram moda até 1973, ano do primeiro “choque do Petróleo”, quando a OPEP, composta por muitos países muçulmanos, para pressionar os norte-americanos a não apoiarem Israel em uma de suas muitas guerras contra outros países muçulmanos, diminuíram a produção de petróleo e aumentaram o preço do barril.
Assim o preço do barril do petróleo, que era de 2,90 dólares em setembro de 1973, em dezembro do mesmo ano chegou a 11,65 dólares, o que provocou uma enorme crise econômica nos países importadores do óleo de pedra, como o Brasil. Algo semelhante se repetiu em 1979 por ocasião da “Revolução Iraniana”, quando as incertezas sobre a continuidade da produção iraniana, levou a OPEP outra vez a diminuir a produção e aumentar o preço do barril de petróleo. Desta vez o preço do barril saltou de 13 dólares para 34 entre 1979 e 1981.
Foi um Deus no acuda. Todos condenaram o Aiatolá Khomeini, porém nenhum governo lembrou-se das guerras que foram travadas ou instigadas pela cobiça pelo petróleo e que marcaram todos os continentes e todo o século XX. Dentre elas a guerra do Chaco entre bolivianos e paraguaios em 1932 e, pra começar bem o século XXI, a Invasão do Iraque pelos norte-americanos em 2003.
E quando ainda no início do século XXI o preço do barril do petróleo outra vez não parava de subir, a indústria automobilística norte-americana não ia bem das pernas, três em cada dois cientistas alertavam sobre as consequências do aquecimento global, que já estava provocado uma desordem climática e tudo parecia conspirar para a substituição do óleo de pedra pelos biocombustíveis, eis que a Petrobrás, empresa especialista na exploração do óleo em águas profundas anunciou a descoberta de uma gigantesca reserva do óleo nas costas do Brasil, o campo de Tupi.
A indústria do petróleo respirou aliviada, pois a descoberta deu uma sobrevida a “era dos combustíveis fósseis” e é só.
Quanto ao título, no entanto, cabe uma explicação. Na Idade Média aqueles mistos de bruxos e cientistas, conhecidos como alquimistas, buscavam a fórmula para transformar qualquer substância em ouro, ou seja, a pedra filosofal. Não encontraram, mas o tal do “Coronel Drake” chegou perto ao provar que era possível extrair o óleo de pedra em grandes quantidades, pois o tal óleo se mostrou capaz de dar origem a uma série de outras mercadorias, que se não eram ouro, valiam e ainda valem mais que o precioso metal amarelo e foram responsáveis pelas maiores fortunas do século XX.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Pirão de pobre
Alô alô,
Mão Santa, aquele abraço.
Por que será?
Que Bruno, o “Carniceiro da Gávea”, agora por qualquer coisinha desmaia. Olha que no inferno o calor é muito maior.
Quase senador
Agora o Netinho tem razão para chorar.
Nunca na história desse país
Tanta gente se incomodou com o furico dos outros...
Façam suas apostas
Quem vencerá a peleja da sucessão: Dona Deise ou o Vampiro de Piratininga.
Super-homem
Sarkozy não tem medo de praga de cigana.
Esculhambação
STJ garante que embora cu de bebo não tenha dono, o dono do cu pode dirigir e matar quem quiser.
E o STF
Continua deitado eternamente em berço esplêndido.
Hegemonia
O Brasil pode não ter a melhor equipe de futebol do mundo, mas tem o melhor time de vôlei de todos os tempos e quem pensar o contrário, por favor, não fale comigo e vá dar a bunda na Itália.
Promessa
No dia que a Larissa Riquelme for presidenta do Paraguai eu me mudo pra lá.
Filosofia
Eu não tenho medo de morrer, só tenho medo que o Galvão Bueno esteja do outro lado.
Mão Santa, aquele abraço.
Por que será?
Que Bruno, o “Carniceiro da Gávea”, agora por qualquer coisinha desmaia. Olha que no inferno o calor é muito maior.
Quase senador
Agora o Netinho tem razão para chorar.
Nunca na história desse país
Tanta gente se incomodou com o furico dos outros...
Façam suas apostas
Quem vencerá a peleja da sucessão: Dona Deise ou o Vampiro de Piratininga.
Super-homem
Sarkozy não tem medo de praga de cigana.
Esculhambação
STJ garante que embora cu de bebo não tenha dono, o dono do cu pode dirigir e matar quem quiser.
E o STF
Continua deitado eternamente em berço esplêndido.
Hegemonia
O Brasil pode não ter a melhor equipe de futebol do mundo, mas tem o melhor time de vôlei de todos os tempos e quem pensar o contrário, por favor, não fale comigo e vá dar a bunda na Itália.
Promessa
No dia que a Larissa Riquelme for presidenta do Paraguai eu me mudo pra lá.
Filosofia
Eu não tenho medo de morrer, só tenho medo que o Galvão Bueno esteja do outro lado.
Assinar:
Postagens (Atom)